Pare de se culpar! É sua hora de viver sem Dívidas.

by Elton Parente | 21/10/2015 10:52

O estresse financeiro mina sua energia e mantém seu foco no problema. Elimine a culpa e seja feliz.

Muitas pessoas vivem se culpando por estarem envidadas e sofrem com os reflexos desagradáveis do transtorno causado por essa condição. Não há mistério em reestruturar uma dívida nem é preciso ter vergonha.

Dica: Não se afobe, se você está com pagamentos em atraso por determinado tempo, os créditos correspondentes junto à instituição vão para uma conta chamada créditos de liquidação duvidosa. Quando isso ocorre, o Banco Central obriga a instituição a fazer uma provisão. O caso é dado como perdido. Eis a melhor hora para conversar com o credor. Como não espera receber nada, ele tende a ser mais razoável.

Portanto, isso pode surpreender àqueles que por algum motivo ainda não se despuseram a enfrentar o problema, mas você deve estar consciente de que a relação com o dinheiro é reflexo de escolhas, as quais por sua vez, são influenciadas pelas emoções.  Ou melhor, quando alguém se desorganiza financeiramente, está desorganizado em outro estado da vida.

Na verdade, a crise não é a causa, mas o efeito de um processo.

Em primeiro lugar para tentar evitar tudo isso e enfrentar o caso é necessário que você não se sinta culpado se chegar o dia em que não conseguir pagar todos os seus débitos.

Digamos que você se alavancou como gostam de dizer os economistas.  Alavancagem é um termo do mercado financeiro que, simplificando, significa tomar dinheiro emprestado. Alavancagem, seja por meio dos complexos contratos de derivativos dos mercados futuros e de opções, seja nos aparentemente inofensivos cartões de crédito ou cheques especiais, que são um verdadeiro perigo.

Mas sempre existe alternativa: Renegociar dívidas é parte do processo econômico. Governos renegociam dívidas. Foi assim com a Argentina, no passado, com o Brasil em 1990, no início do governo Collor, e com a Rússia, em 1998. Empresas também renegociam dívidas. No primeiro semestre deste ano, várias empresas brasileiras anunciaram que não poderiam pagar suas dívidas e precisariam reestruturá-las.

Lembre-se sempre desses episódios quando estiver prestes a contrair uma nova dívida para pagar outra antiga. Não faz sentido. Dívidas que não podem ser pagas só se resolvem se são reestruturadas.

Existe uma proposta bem simples e inovadora para a superação de crises financeiras, e esclarecendo qual a melhor solução para não depender apenas do dinheiro, e sim, de inteligência financeira.

Nesse caso o que significa? Significa que a inteligência financeira é a capacidade de diminuir os gastos e multiplicar recursos.

E qual a maneira? Claro, saber identificar o estado das emoções e saber usar o recurso racionalmente.

Sendo assim, você poderá cuidar do seu próprio dinheiro e sem culpa por estar endividado.

Não somos as vítimas, mas os responsáveis por nossa vida financeira, das escolhas que fazemos para efetuar nossas trocas.

Todavia, é aceitar o problema sem culpa e procurar ajuda para refletir sobre sua maneira de lidar com o seu dinheiro, sabendo que ele é o instrumento de uma troca que pode ser saudável levando-o a escolher onde trabalho, o que comprar e como pagar.

A organização na sua vida, principalmente o dinheiro são escolhas adequadas aos seus objetivos, e que vai tornar sua vida muito mais equilibrada, próspera e feliz.

Sucesso!

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